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    Denise de D’Santi & M. P. Nuno MNH

    http://

    Data: 25/10/2007 - Hora: 20

    Local: A CASA

    O grupo está recebendo nesta Quinta-Feira dia 25 de Outubro, a iniciadora e por não dizer a matriarca da wicca brasileira, que se encontra afastada a muito, numa conversa com M. P. Nuno MNH e seus alunos e convidados. Nesta oportunidade única estaremos recebendo a Mãe, Bruxa, Sacerdotisa Denise D´Santi Aqueles que sejam participar da reunião e não conhecem o grupo entrem em contato pelo e-mail ou telefone: 6972-4849. Deste seu humilde servo. M. P. Nuno MNH



    Categoria: Evento
    Escrito por M. P. Nuno MNH às 19h28
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    Denise de D’Santi & M. P. Nuno MNH

    Denise de D’Santi & M. P. Nuno MNH

     

    O grupo está recebendo nesta Quinta-Feira dia 25 de Outubro, a iniciadora e por não dizer a matriarca da wicca brasileira, que se encontra afastada a muito, numa conversa com M. P. Nuno MNH e seus alunos e convidados.

    Nesta oportunidade única estaremos recebendo a Mãe, Bruxa, Sacerdotisa Denise D´Santi

    Aqueles que sejam participar da reunião e não conhecem o grupo entrem em contato pelo e-mail ou telefone: 6972-4849.

    Deste seu humilde servo.

    M. P. Nuno MNH

    Escrito por M. P. Nuno MNH às 19h27
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    Mutus Liber I

    Mutus Líber I

    Rascunho de comentários literários de M. P. Nuno MNH.

     

    Introdução.

     

    Os alquimistas escritores, sempre estiveram abertos em expor seu conhecimento, porém de uma forma simbólica e metafórica, o que tornou os textos de difícil compreensão.

    O pico deste véu lançado se realizou em 1667, com a publicação do Mutus Líber, onde a substituição do texto por figuras hieroglíficas herméticas, quase por completo ocorreu.

    Nos últimos 300 anos todos os alquimistas se debruçaram, atrás das chaves deste livro misterioso, nenhuma interpretação foi definida, afinal ela se encontra dentro da transmutação pessoal de cada mestre, de manifestar as suas próprias interpretações.

    Tornou-se claro o esboço dos processos gerais alquímicos dentro da Arte, deixando os detalhes na busca e conhecimento do adepto.

     

    “ As lacunas devem ser preenchidas pelo adpeto, apoiando-se no conhecimento, na intuição espiritual combinada ao estado diligente”

                                                                               Adam MacLean

     

    Considerado por alguns alquimistas, como a perola hermética, a verdadeira Bíblia Alquímica, suas informações visuais são únicas, para a realização da Magnus Opus, mostrando o trabalho laboratorial, com os mesmos símbolos usados nos textos anteriores da Nobre Arte.

    Este manual de laboratório, nos guia através da espiritualidade, arte, sonhos enigmáticos, filosofias, em suas palavras mudas, manifestadas através de seus hieróglifos herméticos, o torna único dentro de nossa civilização ocidental cristã, mesmo os cristões possuem seu livro mudo, a famosa Capela Sixtina, que são imagens que falam, para o cristão que tem o conhecimento necessário para que se torne uma mensagem viva. A linguagem se torna acessível, partir que possamos compreender sua filosofia. O Mutus Líber, esta envolto em uma mensagem secreta, hermética livre, estas imagens sagradas de uma arte secreta, arcanos este somente compreendidos quando inseridos dentro de um conhecimento encontrado em uma tradição hermética.

     

    “Ai de mim se revelo e ai de mim se não revelo! Se digo o que sei, os maus aprenderão a cultuar seu Mestre; se não digo, os companheiros continuarão ignorantes da verdadeira sabedoria.”          

    Spher-há-Zohar, (livro do Esplendor) as reclamações do Rabino Simeon no Livro I

     

    Fulcanelli se referia as catedrais góticas como Mutus Líber. Somente na Idade Media, se começou a intensificar a arte sagrada, com a manifestação das obras de Arnaldo Vilanova, Nicolas Flamel e Raimundo Lulio, e assim por diante.

    Devo ressaltar que a filosofia hermética, esta inserida dentro de sua simbologia, que se manifesta como uma linguagem ao aprendemos, de forma clara e legível, como os hieróglifos egípcios depois de Jean Fraçois Champollion, tê-los decifrado e organizado de forma clara ao publico.

    Nossa mente em busca de palavra, perde-se dentro desta maravilhoso texto, como lembra Plotino, em sua palavras sobre os enigmas das Enéadas.

    A busca dos alquimistas em trazer a relação total de uma verdade, que não poderia ser colocada em simples palavras, para poder compreendê-la você teria que passar por estágios, símbolos, realizações, em direção a síntese dos símbolos, escritos que formam os hieróglifos herméticos, no desejo de um progresso em nossa mente.

    Nicolas Flavel deixou-nos esta forma clássica de conhecimento hermético, como o mestre Basile Valentin, em suas Dozes Chaves da Filosofia. Passando por Agrippa, Picco Del Mirandola, Fludd .... até chegar ao cume de Jacob Boehme.

    No séc. XVII, tivemos uma explosão de tratados herméticos dentro de uma tradição de discurso hieroglífico hermético, com as obras Atalanta Fugiens, Splendor Solis, Chymica Vannus. Tais obras possuem um sentido literal, alegórico e hermético.

    Quando o Mutus Líber foi publicado, ele se encontrava no final de uma cadeia literária que se finalizava com a entrada do movimento Rosa-Cruz  e a Maçonaria.

    O Mutus Líber possivelmente seja o mais misterioso de todos por ser simples pranchas de desenhos, abstraindo as palavras , o que lhe da uma forma indecifrável por completo, afinal é normal os próprios alquimistas não se entenderem.

    As simples imagens puras tiram os erros de traduções e ambigüidades das línguas, cada um possui um entendimento mediante o circulo que participa, a busca da verdade pura sem palavras.

    Isto me lembra uma experiência que passei enquanto monge, muito parecida com uma famosa historia zen. Ao ser o shela da passagem de Swami Mahanaga Suryadeva, que tive o prazer de servir. Ao sairmos todas as manhas antes do nascer do sol, para cantar japa (terço com 108 contas “hinduísta”), meditar e contemplar, com isso neste silencio buscar a ação para realizar o Tudo e o Todo.

    Certo dia um monge ainda muito neófito, em seus 20 e poucos anos, veio nos acompanhar, antes de iniciarmos a caminhada, lhe chamei ao lado, e lhe expliquei que deveria transformar aqueles momentos com o Swamij, uma meditação constante em silêncio absoluto, e assim se tornando o observador simplesmente.

    Depois de quase 1 hora, o realizador monge não se conteve.

    - Que maravilhoso dia, que sol fantástico.

    Afinal entre nós, estava realmente fantástico, aquele nascer do sol em especial, tinha algo no ar, visivelmente.

    Então Swamij virou para ele e disse, tranqüilamente.

    - Era.

    Ele esta realizando o Todo, como poderia resumir em palavras, temos que contemplar e realizar, como podemos relacionar o amor perfeitamente em palavras ???

     

    Continuação

    http://nossabusca.zip.net/arch2007-09-23_2007-09-29.html#2007_09-27_17_32_23-122119947-25

     



    Categoria: Alquimia
    Escrito por M. P. Nuno MNH às 19h11
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